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Consulte também outras informações abaixo:

 Artesanato / Bananeira
 APL da Castanha









 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



A Região denominada de Maciço de Baturité é subdivida em: sub-região serrana, sub-região dos vales e sub-região de transição. Suas respectivas potencialidades estão descritas abaixo.

A Sub-Região Serrana, composta pelos municípios de Guaramiranga, Pacoti, Palmácia, Mulungu e Aratuba, destacam-se como potencialidades o cultivo de Hortaliças, café e flores (caracterizada pela agricultura de pequena escala devido o relevo acidentado e estrutura fundiária fragmentada), além dos atrativos naturais (trilhas ecológicas, cachoeiras, turismo cultural, etc.)

O Maciço de Baturité possui inúmeros atrativos naturais, no quais o turista pode usufruir de uma vista privilegiada, banhos de cachoeiras, trilhas ecológicas, realizar esportes radicais e ainda se hospedar em pousadas bastante confortáveis.

A Sub-Região dos Vales, composto pelos municípios de Baturité, Capistrano, Aracoiaba, Itapiúna, Redenção e Acarape, têm como principais potencialidades econômicas a produção de grãos e cana-de-açúcar.

A Sub-Região de Transição, composta pelos municípios de Ocara e Barreira, tem como principal potencialidade econômica a exploração do caju.

 Artesanato em fibra da bananeira. subir

                         
A bananeira é uma planta muito conhecida e abundante no Maciço de Baturité, Ceará. O seu aproveitamento não se restringe ao consumo do fruto, a banana, mas também ao uso das fibras de seu tronco, como matéria-prima para o artesanato local. Os resultados desse usufruto são bandejas, cestos, chapéus, almofadas, tapetes, objetos de adornos e bonecas; produtos confeccionados por pessoas dedicadas à produção de peças artesanais. Estas peças recebem a marca Mangará, que significa coração da bananeira, para representar o sentimento dessa gente, pulsando por crescimento e desenvolvimento.

Artesanato de Fibra da bananeira

Foi criado em dezembro de 2003, a associação das artesãs, com um grupo de 16 mulheres que realizam trabalhos com a fibra da bananeira. A associação contou com o apoio da Secretaria de Ação Social do município de Baturité.

 
 APL de Castanha subir
Castanha de Cajú

APL Cajucultura de Barreira.

A produção agrícola e agroindustrial de derivados do caju, realizada por meio de estabelecimentos rurais e agroindústrias familiares ou semi-artesanais, são responsáveis pela produção de mudas de cajueiro anão precoce, castanha in natura, amêndoas de castanha de caju, derivados do caju (sucos, doces, cajuína, rapadura, ração, etc.) e madeira para utilização como lenha e carvão.

O recurso capital, traduzido em infra-estrutura física, se apresenta de modo satisfatório para início de um processo de desenvolvimento mais acelerado do arranjo produtivo na região. Portanto, a rede viária, a disponibilidade de recursos hídricos, os equipamentos de educação formal (todos os níveis), a oferta de energia elétrica, as comunicações telefônicas, radiofônicas e televisivas são suficientes para suportar a consolidação do APL de Barreira.
O município fica num raio de, no máximo, 100 km dos Portos do Mucuripe (Fortaleza) e Pecém (São Gonçalo do Amarante), e do Aeroporto Internacional Pinto Martins (Fortaleza). 

Histórico da Atividade Produtiva

O município de Barreira é, historicamente, um grande produtor de caju no Ceará, possuindo uma expressiva área de cajueiros da variedade “gigante”. A princípio, sua produção de castanha era vendida “in natura” para empresas localizadas em municípios próximos, inclusive Fortaleza, para que fosse beneficiada. Foi então que, em 1989, a atividade de beneficiamento foi estimulada localmente, decorrente de um programa do Governo Federal, que criou 15 Centros Comunitários Rurais no Ceará. Barreira foi contemplada com um desses centros, denominado de PA Rural - Programa de Apoio Rural. Esse programa procurava reunir pequenos produtores rurais, em regime de associação/consórcio, com o objetivo de fazer com que os mesmos agregassem valor à castanha, por meio do beneficiamento, no lugar de vendê-la na forma “in natura”.

Mais de 90% do volume e do valor das matérias-primas utilizados pelo Complexo Agroindustrial - Castanha de caju in natura e pedúnculo do caju – são produzidos em Barreira e em municípios vizinhos. O ponto crítico da oferta do pedúnculo do caju é a sazonalidade, tendo em vista que é concentrada em apenas quatro meses do ano. A produção se volta 60% para o mercado externo, principalmente para os Estados Unidos, Canadá e Oriente Médio e 40% para o mercado interno, para São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Manaus.

De regra, os pequenos produtores, individuais ou cooperativados, vendem suas produções para empresas locais, que fazem o beneficiamento e exportam por meio de um consórcio formal. Os lucros são rateados entre que participaram do empreendimento. Alguns produtores e cooperativas vendem suas produções para atravessadores, pois não possuem capital de giro para comercializar a castanha no período da entressafra.

Principais Contatos:
José Flávio Viriato de Saboya Neto (Superintendente do SENAR). Tel.: (85) 3535 8012 Email: flavio@senarce.org.br 
Eduardo Queiroz de Miranda (Engenheiro Agrônomo do SENAR).Tel.: (85) 3535 8017 Email: eduardoqueiroz@senarce.org.br
José dos Santos Sobrinho (Presidente do SINDILEITE). email: jsanso2@hotmail.com
Francisco Mavignier França. Email: mavignierf@yahoo.com.br   

Preocesso de Qualidade da Castanha